quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

A disciplina de Didática B

                                               
               As funções sociais da escola: da reprodução à reconstrução crítica.
.                                                 rozane-farias.blogspot...


 Iniciamos semestre da disciplina de Didática B, estudando as funções sociais da escola e o papel do professor na escola dos nossos dias.

Ao longo dos tempos o conceito aprendizagem
 tem sido amplamente debatido ...
desebastiaodagama.blog...

           Foi bem interessante, pois pude entender como as escolas reproduzem a sociedade e como a escola modela as crianças para a sociedade e prepara como mão de obra.

           Depois, à vez do currículo e a pratica pedagógica. Os currículos que estão e vigor e vimos como acontece à mediação didática.
           Chegamos à organização do trabalho em sala de aula. Ensinar e aprender na escola, teorias da educação e da aprendizagem. Planejamos em um momento dado pela professora Jane em classe e tivemos aula sobre tarefas e como avaliar sem excluir.

... o que possibilita a mediação pedagógica com
os tempos e ritmos de hoje...
scielo.br



Realmente, a disciplinar se mostrou bem dversificada e nos levou a muitas reflexões sobre as tarefas e o comportamento do professor em classe. Também aquilo que a sociedade espera de nós como cidadãos e como mão de obra. 




domingo, 4 de dezembro de 2011

acabouuuuuuu, obaaaaaaaaaaaa!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Que bom! memos um semestre...

Obrigada prof JANE!
Por me fazer
olhar para a disciplina com outros olhos.
Como foi bom contar com você e suas aulas.
Desejo a você um bom fim de ano e até o próximo encontro!

O Planejamento


psicopedagogiabrasil.com


Se consultarmos o dicionário encontraremos a palavra planejamento como: s. m. 1. Ato ou efeito de planejar. 2. Trabalho de preparação para empreendimento, seguindo roteiro e métodos determinados.

 planejamento educacional, a metodologia docente, a aprendizagem escolar, ...
pedagogiaaopedaletra.com

O planejar sempre esteve presente na Historia do homem. O homem pensa sobre o que fez e sobre o que não fez, sobre o que esta fazendo e o que fará no futuro. Imaginar e pensar são formas de planejamento.

No caso do planejamento escolar, pode-se planejar de vários jeitos, existem pelo menos três níveis de planos: o plano da escola, o plano de ensino e o plano de aula.
Dependendo da necessidade didática do professor, que pode buscar a interdisciplinaridade, também como modo de acrescentar aprendizagem.


Um aliado importante do educador é o planejamento educacional que possibilita uma organização metodológica do conteúdo a ser desenvolvido em classe pelos alunos, baseia-se esse planejar na necessidade e no conhecimento de mundo dos estudantes. São os alunos os principais beneficiados com a organização e o planejamento, sempre visando o crescimento e o sucesso da aprendizagem dos alunos na escola e na sociedade.





A avaliação formativa

A Avaliação como Atividade Crítica de Conhecimento
educamoderno.blogspot.com
A avaliação deve estar a serviço da aprendizagem, é algo que o professor deve ter sempre em mente.


pedagogiasbo.blogspot.com

            Avalia-se para conhecer, pois o educador tem necessidade de conhecer o aluno. Junto à avaliação vem à correção das atividades e o papel é o de incentivar o aperfeiçoamento da aprendizagem. Por isso, a avaliação educativa deve também ser formativa, processual, participativa e compartilhada.
          É muita responsabilidade para uma só idéia, onde em muitas ocasiões o objetivo do aprendizado foge ao docente, avaliar sim, desqualificar não, EXCLUIR NUNCA.
            O professor aprende com os erros dos alunos e aprende-se com esses erros também, esse é um dos motivos que se devem buscar níveis de capacitação para estimular um progresso continuam.

Novas Didáticas


http://refletindoamanha.wordpress.com/2011/06/26/novas-didaticas/


A palavra didática vem do grego, que se pode entender como arte ou técnica de ensinar. Ela se preocupa com as varias formas de ensino e também da aprendizagem. Composta de elementos como: o professor, o estudante, a disciplina, o contexto da aprendizagem e por fim as estratégias metodológicas.
Lá pelas décadas de 20 e 50, a didática usada era a escola nova, essa técnica buscava superar a escola tradicional, e também trazendo idéias de reforma no ensino, ou seja, o interesse de aprender vinha das crianças. E os alunos eram capazes de aprender fazendo.
 Entre os anos de 60 e 80 a didática ganhou ares teórico e industrial. A escola tinha o enfoque na fabrica e para ela construíram as praticas educativas para as escolas de então.
 design e desenvolvimento de veículos do Brasil, instalado nos anos 60.
alphaautos.com.br
Entretanto, nos dias de hoje vemos nas escolas o uso de tecnologias pelos professores que laçam mão delas para informar e também para a comunicação em classe. O uso de novas didáticas amplia as formas e as possibilidades de ensino. Porem exige bem mais do profissional de educação, o educador moderno tem que ser polivalente. Dominador de novas ferramentas e preocupado em estar sempre investindo em equipamentos e capacitação. Algo que requer maior tempo, trabalho e dinheiro.

didaticaonline.blogspo...





sábado, 3 de dezembro de 2011

Sou interacionista?


Piaget & Vygotsky
pibidfisica-uefs.blogs


Sim, pois ser interacionista é construir o conhecimento através de ações que interage o sujeito com o meio onde ele vive, a partir da estrutura que já existem neste mesmo meio. E adquirir conhecimento depende tanto das estruturas cognitivas do sujeito como da relação do sujeito com o objeto. 
            Mesmo havendo vários modelos que tentam explicar o processo de aprendizagem pelo indivíduo, as que ganharam maior destaque são as de Piaget e a de Vygotsky.


neocyber.com.br

            Piaget acredita que o desenvolvimento humano obedece a estágios que vão desde o nascimento até consolidar-se aos 14 anos. Mesmo assim esse desenvolvimento pode varias dependendo do ambiente e da cultura do indivíduo.

Já para Vygotsky, o desenvolvimento é impulsionado pela linguagem. é o próprio processo de aprendizagem que gera e promove o desenvolvimento das estruturas mentais.
            O papel do professor seria o de transmitir e orientar, mas também de mediar o processo de conhecimento, motivando  e buscando o interessar o aluno.





quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Sobre os currículos prescritos.


Os desafios de uma escola para todos numa sociedade
multicultural
itamarfo.blogspot.com

Pelo que entendi os currículos prescritos são aqueles que pensam a formação continuada de professores do ensino escolar, e é um conjunto de decisões normativas que são produzidas pelas secretarias federais, estaduais e municipais de educação. E são distantes do currículo real. Não respeita a diversidade, e não são construídos pelos que fazem a escola todos os dias. Ele atribuí para escola o papel de transmitir uma cultura baseada apenas na reprodução, construindo um currículo igual para país e para todos os estudante, idealizafodo para que o professor o execute da forma como foi estruturado. O professor através de sua interação deve construir no dia-a-dia, novas alternativas curriculares para a sua prática em classe.             


itamarfo.blogspot.com



pré-conceito nas escolas


Ainda hoje há escolas que pensam que todos têm que ser iguais, onde a escola sempre se organizou a partir dos padrões a serem cumpridos por todos, com práticas de que a aprendizagem acontece no mesmo ritmo e no mesmo tempo, excluindo aqueles que fogem a esse padrão, com classificações e seleções baseadas no modelo tradicional.
            A escola se diz inclusiva, mais continua tratando os alunos que são por natureza diferentes uns dos outros, como se todos fossem iguais, excluem aqueles que não se encaixam nos grupos sociais e culturais que a cultura escolar impõe. Um mecanismo bem importante nesse processo é o livro didático, o professor tem que ver o livro didático como apoio para não se tornar dependente dele.








terça-feira, 25 de outubro de 2011

O que aprendi com os seminários dos colegas hoje?


Preconceito na escola
blogmail.com.br

          Sem duvida, acompanhar as apresentações dos meus colegas foi muito mais instrutivo do que imaginava, tanto que não queria perder nenhuma delas. Pude entender como é importante para nós alunos e futuros professores de História termos consciência sobre temas que abordam o conteúdo do currículo, não fazia ideia de como eram abrangentes... A importância desses saberes me faz querer ainda mais ser uma educadora bem formada, que vai se importar em levar para a sala de aula temas que abordem as construções que são criadas e impostas em nossa sociedade.
          Acredito que a escola junto ao professor possa aceitar o compromisso de tornar através da educação escolar a sociedade mais crítica, mais pensante, que todos vejam a todos como iguais, onde a cor da pele, o modo de falar, o modo de vestir, o gênero ou até mesmo a crença não sejam motivos de intolerância.

Não sei onde encontrei esse carinha aí, mas
achei-o bem interessante. Ele me lembra os
alunos das escolas pública, será porque?
            Tudo isso que citei acima podem ser apenas utopias, se são, não tem problema. Ainda vale a pena sonhar! Sem acreditar em uma sociedade melhor a figura do professor perde muito de sua graça.



Identifique os conceitos/idéias dos autores das teorias (tradicionais, criticas e pós-criticas) na minha escolarização? Quais?


Educação250 × 188 - 10k - jpg
educacaopublica.rj.gov.br

Vemos que a teoria tradicional é aquela que nós conhecemos em nossa passagem pelo mundo escolar. É aquela preocupada em preparar os indivíduos para o trabalho e busca uma neutralidade formando as pessoas na escolarização em geral. Um dos autores que defende essa teoria é Bobbits, ele escreve sobre o currículo como sendo um campo especializado. 
     estavasim.blogspot.com
       Para as teorias críticas que surgem na década de 60 temos o autor Althusser. Para Althusser a ideologia dominante se dá através das disciplinas e também dos conteúdos que reproduzem seus interesses. É aquela que faz com que os alunos pobres não entendam os símbolos contidos no currículo e favorecem a evasão escolar dessas crianças, gerando mão de obra barata e desqualificada. A década de 60 é caracterizada pelos movimentos sociais e culturais em todo o mundo, teorizando e questionando além do pensamento as estruturas da educação tradicional. Baseia-se na analise marxista sobre como o capitalismo é individualista e em como isso se reflete no currículo: a sociedade capitalista depende da reprodução de suas práticas económicas para manter a própria ideologia.
Por último, as teorias pós-criticas preocupadas com o currículo multiculturalista. Ela mostra que o conceito de raça não existe biologicamente e a etnia também não se sustenta como explicação para as diferentes identidades culturais e históricas, o gênero também é abordado. 
Desfazendo essas construções no currículo multicultural onde o branco, o masculino e heterossexual não são mais visto como símbolos da cultura dominante.
Sabe, ter vindo de escola pública e sem qualidade me fez desde de cedo ter contato com esses processos em minha escola, as vezes sinto muita frustação e até mesmo ainda não aceito muito bem porque eramos descriminados por estudarmos em uma escola pobre. Hoje, até tenho um pouco de inveja daquelas crianças que podem recordar os tempos de escola com certa alegria.
 
    

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

o que cabe ao professor de História diante dos desafios da socialização hoje

Cabe ao professor de História posicionar-se de forma realista e sincera perante seus alunos.
Socializar hoje, não apenas pelo currículo e conteúdo didático, mas também pelos desafios do mundo e assuntos do cotidiano. Será pelo cotidiano que os alunos terão condições de relacionar o passado histórico como os acontecimentos atuais.
            Acredito que a disciplina de História, entre as disciplinas das Ciências Humanas, a que possui maior responsabilidade de explicar pelo viés histórico o mundo em que nossos jovens então inseridos.
            Todo professor é um formador de opinião e tem seu público alvo: os próprios alunos. Socializar será sempre preocupação do educador. Socializar não apenas para o trabalho e a colocação social. Socializar para a vida, cidadãos mais preparados para a crítica social e política, socializar para a justiça, igualdade de direitos e por um país melhor.
            Todo bom professor é assim mesmo: um idealista. Ele acredita que, pelo trabalho de educar possa melhorar o mundo ou, quem sabe, apenas mexer um pouquinho com a cabeça de seus queridos “discípulos”.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Para que serve a escola?



     Bom, como venho de uma escola pública ruim, abandonada pela autoridade responsável, mal conservada, sempre com poucos professores dispostos a manter certa qualidade, tenho dificuldades de acreditar que minha escola era o melhor lugar para educar todas aquelas crianças, que como eu éramos levadas para lá por nossos pais. Sempre esperei mais de minha pobre escola.
     Esperava ver um ambiente mais acolhedor, mais material didático, mais livros, mais bolas para as aulas de educação física...
     A escola serviu para nos mostrar que teríamos que nos adequarmos aquele mundo, lugar cheio de pessoas que não eram nossos familiares.
Sempre em movimento, com regras que tínhamos que obedecer, lições a decorar, tabuadas para memorizar. Serviu também para me ver crescer, mudar, aprender, provar muitas coisas boas e ruins. Mas que serviu, serviu!